Pela segunda vez, o governo vai candidatar o arquipélago a Património Mundial da UNESCO.
“Em 1999, existiam nas praias da ilha de Orango 12 ou 13 acampamentos de senegaleses, com centenas de barracas e barcos de 20 metros equipados com redes gigantescas e arcas congeladoras”, descreve Paulo Catry, investigador do Instituto Superior de Psicologia Aplicada, em Lisboa.
